sábado, 27 de junho de 2020

O Ensino Religioso na BNCC

Vídeo Undime



Por – Prof. Manoel Rodrigues
Bacharel em Teologia-INTA
Lic. em Ciências da Religião-INTA
Pós-graduado em História das Religiões-FAENTEPRE
Formado em Letras-SESB
Pós-graduado em Língua Portuguesa-INTA
 Graduado em Biologia-UEMA

Aula de Ensino Religioso 7º Ano / Símbolos Religiosos

Crenças religiosas e filosofias de vida




Por – Prof. Manoel Rodrigues
Bacharel em Teologia-INTA
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 Graduado em Biologia-UEMA
 

Aula de Ensino Religioso / Liberdade Religiosa: Um Direito de Todos

Aula de Ensino Religioso / Liberdade Religiosa: Um Direito de Todos


 
Por – Prof. Manoel Rodrigues
Bacharel em Teologia-INTA
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Aula de Ensino Religioso 8º Ano / O Fenômeno Religioso

O fenômeno Religioso





Por – Prof. Manoel Rodrigues
Bacharel em Teologia-INTA
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sexta-feira, 26 de junho de 2020

Aula de Ensino Religioso 6º Ano

Atividade /Cidadania eu cidadão



Por – Prof. Manoel Rodrigues
Bacharel em Teologia-INTA
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Aula de Ensino Religioso 6º Ano

Atividade / Bullying



Por – Prof. Manoel Rodrigues
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Aula de Ensino Religioso 6º Ano

Atividade / Família



Por – Prof. Manoel Rodrigues
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Aula de Ensino Religioso 6º Ano

Atividade / Valores




Por – Prof. Manoel Rodrigues
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Festa Religiosa Católica – Dia de Corpus Christi

Fonte: (imagem Internet Igreja na Mídia)

 Aula de Ensino Religioso / Festa Religiosa Católica – Dia de Corpus Christi






Por – Prof. Manoel Rodrigues
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Ritos religiosos

Aula de Ensino religioso / Rito, ritos e rituais





Ritos Judeus

Ritos de passagem judaicos: ontem e hoje

Para o povo judeu, liturgia é o “serviço do coração”. Todo ato litúrgico, entre os ortodoxos, deve começar com um quorum mínimo de dez homens. A liturgia constitui-se do Sehmá, “Declaração da fé judaica”, e da Amidáh, série de ações de graças, que usa a fórmula “Abençoado seja, ó Deus, Rei do Universo”. A cada semana, o shabat (sábado) é celebrado ritualmente em três momentos: no início do sábado, para nós, fim de sexta-feira, e no sábado de manhã e à tarde. A mulher inicia acendendo duas velas. O sábado é recebido como uma noiva.

A sinagoga é o lugar de culto e oração dos judeus. O substantivo sinagoga deriva-se do grego e quer dizer congregação ou assembleia. Na verdade, sinagoga é o local do culto, do estudo e de reunião. É um centro comunitários, lugar onde se discutem os problemas da comunidade e o local de encontro e de resistência. 

A sinagoga deve ser construída em direção a Jerusalém. As sinagogas mais antigas datam do ano 50 a E.C, embora se possa falar que já existiam na Babilônia (século V a E. C). Na sinagoga, o homem deve-se cobrir com o kipá (solidéu), para mostrar sua limitação diante do Criador, e a mulher, a peruca, para impedir a atração sexual do homem. Ainda hoje, nas sinagogas ortodoxas, os homens não se misturam com as mulheres. Estas têm um lugar à parte. O contato com as mulheres pode distrair o homem no momento de oração e leva-lo ao adultério. Entre os ortodoxos, a mulher não tem obrigação de ir à sinagoga para rezar. Ela precisa somente manter o lar judaico.

Na liturgia judaica, há também os ritos de passagem; cada um deles, assim como os sete sacramentos cristãos, acompanha a vida do fiel. Para entender a fé bíblica do Primeiro e do Segundo Testamentos, precisa-se compreender os ritos judaicos de passagem (cf. FARIA, Jacir de Freitas. Israel e Palestina em três dimensões: história, cultura, geografia; judaísmo, islamismo e cristianismo. Belo Horizonte: Província Santa Cruz, 2010. P. 51-57. O livro vem acompanhado de um DVD com mais de 300 imagens de Israel e da Palestina). Passamos a explica-los:

CIRCUNCISÃO – Festa para marcar no corpo do menino a sua pertença ao povo judeu. O prepúcio do pênis é cortado, isto é, corta-se aquilo que circunda. Daí circuncisão. Com esse gesto, o menino passa a ter o pênis liberado para cumprir o dever sagrado de gerar vida, crescer e multiplicar, bem como anunciar a Torá. Ele passa a ser o “homem da palavra”. O substantivo hebraico milah pode ser traduzido como “palavra ou circuncisão”. Nesse dia, o menino recebe o nome judeu e a menina, uma bênção especial. A circuncisão não torna a criança judia. Hoje, essa operação é feita em hospitais.

BAR MITZVAH – Festa que celebra a maturidade do menino judeu, quando atinge 13 anos. No shabat, o menino lê a Torá, tornando-se apto ao cumprimento do Mandamento. Bar Mitzvah significa sujeito ao mandamento. Entre os liberais, as meninas também celebram essa festa da maturidade. Jesus, por ser adulto e circuncidado, pôde ler o livro do profeta Isaías na sinagoga de Nazaré. Para muitos meninos judeus de hoje, a grande glória é poder celebrar seu bar mitzvah no muro das Lamentações, em Jerusalém. Eles carregam a Torá como se fosse uma noiva, uma esposa amada.

CASAMENTO NO TEMPO DOS RABINO - Em Israel, no tempo de Jesus, e mais especificamente no tempo dos rabinos (dos séculos II ao IV da E.C.), o casamento era realizado em três etapas, a saber: namoro, noivado e núpcias.

a) Namoro. São as preliminares de um futuro casamento. Um acordo, oral ou escrito, era feito entre os parentes dos jovens ou com o casal. Nele, eram acordados o local do casamento, a data, o tempo em que os pais manteriam o jovem casal e o valor da mulher (dote) da mulher, a ser pago pelo homem. Uma mulher virgem valia 200 zus, viúva e divorciada, 100 zus, e a filha virgem do sacerdote, 400 zus. As virgens deviam casar-se até a quarta-feira, as viúvas, na quinta-feira. Isso garantiria, no cartório, a devolução da noiva, caso não fosse virgem. Os rabinos exigiam a fase do namoro. Quem não obedecesse era flagelado.

b) Noivado. É a segunda fase do matrimônio, considerada o momento de santificação da mulher. Em uma festa, que podia durar até sete dias, o ritual poderia acontecer de um dos três modos:

1) Entrega de um objeto de valor. Na presença de duas testemunhas do sexo masculino, o noivo, com uma moeda ou outro objeto de valor nas mãos, dizia para a mulher as seguintes palavras: “Seja minha mulher. Case-se comigo. Seja a minha propriedade! Hoje, com esse gesto, você passa a pertencer ao povo de Deus”. A noiva podia ou não aceitar a proposta, mas sempre aceitava. Mais tarde, o objeto de valor passou a ser uma aliança.

2) Entrega de um documento, no qual constariam os nomes dos noivos e as condições do casamento.

3) Por meio de um ato sexual. Na presença de duas testemunhas, realizava-se um ato sexual. Comprovada a virgindade da noiva, o noivo dizia: “Com este ato sexual, você está casada comigo”. Esse modo de realizar o matrimônio, a partir do século III, foi abolido, por ser considerado imoral.

c) Núpcias. É a última etapa do casamento, sendo sua conclusão jurídica. Nela, a noiva era introduzida debaixo de um baldaquino, onde os noivos recebiam a bênção nupcial. Essa fase devia ocorrer 30 dias após a segunda, para as viúvas e divorciadas, e no espaço de um ano, para as virgens. A menção de Jesus a esse fato ocorreu com sua comparação do Reino com as dez virgens que deviam manter óleos nas lamparinas à espera do noivo que viria quando bem entendesse no prazo estabelecido.

MATRIMÔNIO HOJE – Na presença de um rabino e dez homens, os esposos assumem as obrigações da ketubáh. Inicialmente, faz-se um ato simbólico de compra da noiva. Segue a assinatura da ketubáh pelas testemunhas e pelo esposo. Os noivos são introduzidos debaixo de um baldaquino e, com uma taça de vinho, é pronunciada a primeira bênção. O noivo entrega um anel à noiva e lhe diz: “Você está consagrada a mim com este anel segundo a lei de Moisés e Israel”. Faz-se a leitura da ketubáh. Com uma segunda taça de vinho, é realizada a segunda bênção. Os noivos são levados para um quarto e simulam ou fazem um ato sexual.

PÁSCOA – Não é propriamente um rito de passagem, mas significa “passagem” do cordeiro na constelação, o que veio a sifnificar a libertação, a passagem do povo pelo mar Vermelho, quando o povo se libertou da escravidão do Faraó, no Egito. Os Samaritanos atuais, remanescente de seus ancestrais, que se constituíram como povo judeu, na Samaria, após a destruição do reino do Norte pelos assírios, em 722 a.E.C., celebram ainda hoje a páscoa samaritana, no monte Garizim.

MORTE E SEPULTAMENTO – O sepultamento deve ser breve. O corpo, envolto em um lençol, é levado ao cemitério, onde são recitados versos bíblicos e litúrgicos. Os homens enterram o defunto. O morto não pode ser velado por muito tempo. Sobre os olhos e a boca do falecido, coloca-se também uma pedra, de modo que, ao se encontrar com o Criador, ele não questione sua morte e tampouco veja o Criador antes do juízo final. Um pouco de terra é jogado na cabeça do falecido para lembrar-lhe que ele veio do pó da terra. Outro bocado é jogado sobre sua genitália, para demonstrar que a criação vem da terra, a genitália é apenas um meio. Os judeus também têm o costume de não voltar para a casa depois do enterro, de modo que o anjo da morte seja despistado. Eles também comem algo doce para tirar o amargor da morte.

Todos esses ritos de passagem são a expressão de fé do povo judeu em querer ser fiel a Deus, que o libertou da escravidão do Egito. Egito nunca mais! Ser santo e puro com Deus é. Eis o desafio judaico, que as páginas da Bíblia registraram.


Por – Prof. Manoel Rodrigues
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Símbolos religioos



Aula de Ensino Religioso 6º Ano / Crenças religiosas e filosofia de vida

Símbolos Religiosos

Qual é a origem dos símbolos religiosos?

Ela só foi adotada pelos cristãos quando o imperador romano Constantino aboliu as condenações na cruz, no início do século IV.

CRUZ (Cristianismo)

Símbolos semelhantes já apareciam em culturas pagãs, antes de Cristo. Ela só foi adotada pelos cristãos quando o imperador romano Constantino aboliu as condenações na cruz, no início do século 4. Além de representar a morte de Cristo, a cruz simboliza Deus, Jesus e o Espírito Santo, nas pontas superior, inferior e laterais, respectivamente.

ESTRELA DE DAVI (Judaísmo)

Duas pirâmides – uma apontando para cima e outra invertida – representam a união ou equilíbrio entre o céu e a terra. Diz-se que Davi, importante rei de Israel, mandava gravar o símbolo nos escudos de seu exército como amuleto de proteção. A partir daí a estrela de Davi passou a ser identificada com o povo israelita.

LUA CRESCENTE COM ESTRELA (Islamismo)

Estudiosos supõem que, mesmo antes do islamismo, árabes nômades cultuavam a Lua por viajarem à noite. Quando o símbolo foi adotado na bandeira do islâmico império turco-otomano, passou a ser identificado com os muçulmanos. Mesmo assim, muitos fiéis negam a utilização de qualquer símbolo para representar a fé islâmica.

OM (Hinduísmo)

É a forma escrita, em sânscrito, do principal mantra hindu. Os mantras são palavras, poemas ou textos entoados durante a meditação para auxiliar na concentração e invocar divindades. Vários textos dos Vedas – as escrituras sagradas hinduístas – começam com Om – pronuncia-se Aum – e significa “aquilo que protege”.

SUÁSTICA (Jainismo)

Este símbolo – que também aparece no hinduísmo e no budismo – seria um desenho com quatro letras gregas gama (G), representando os quatro ventos, os quatro pontos cardeais, as quatro estações e outros conceitos da natureza relacionados ao número quatro. Mais tarde, o nazismo inclinou o símbolo e popularizou a suástica com um significado negativo

DHARMACAKRA (Budismo)

Embora muitos não considerem o budismo como religião, a filosofia também carrega sua marca. O círculo de onde partem oito raios é conhecido como Roda do Dharma. Por sua vez, dharma são os ensinamentos de Buda para que se alcance a iluminação, entre eles o Nobre Caminho Óctuplo, com oito vias que levam ao fim do sofrimento.

ESTRELA DE NOVE PONTAS (Fé Bahá’í)

Essa religião persa, fundada em 1844, prega que as lideranças religiosas ao longo dos séculos, como Maomé e Jesus, são enviados de um mesmo Deus. A doutrina elenca nove religiões – representadas pelas pontas – que preenchem essa definição: sabeísmo, hinduísmo, budismo, judaísmo, cristianismo, islamismo, zoroastrismo, fé babí e fé bahá’í

Por – Prof. Manoel Rodrigues
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